RSS

Arquivo mensal: janeiro 2010

Uruguai “As Américas têm cor: Afrodescendentes nos Censos do Século XXI” Episódio I

Assista o vídeo As Ámericas têm cor: Afrodescendentes nos Censos do Séc.XXI

O vídeo é o primeiro episódio da série As Américas têm cor: Afrodescendentes nos Censos do Século XXI” e revela a realidade dos afro-uruguaios no mercado de trabalho, as políticas públicas de combate ao racismo e a expectativa em torno do censo deste ano. As reportagens exibidas entre os dias 08 e 29 de janeiro de 2010 pelo Canal Integración no sistema público de televisão brasileiro NBr, TV Brasil, TV Câmara e TV Senado e disponibilizado para uma rede de emissoras associadas de televisões públicas e privadas de 14 países americanos. É resultado da parceria com o Grupo de Trabalho Afrodescendentes das Américas Censos de 2010 e o UNIFEM Brasil e Cone Sul – http://www.unifem.org.br/003/00301009

 
Deixe um comentário

Publicado por em janeiro 25, 2010 em Uncategorized

 

Protest
Linke demonstrieren gegen Haus-Räumung


Im November hatten Einsatzkräft der Polizei das besetzte Haus vollständig geräumt

Bewohner und Sympathisanten des linksalternativen Wohnprojekts Brunnenstraße 183 in Berlin-Mitte haben am Samstag erneut gegen die Räumung des Hauses durch die Polizei protestiert.

Der Demonstrationszug startete an der Revaler Straße in Richtung Yorckstraße in Kreuzberg. Nach Polizeiangaben nahmen etwa 150 Menschen an dem Protestmarsch teil, der friedlich blieb.

Das Haus war nach einem jahrelangen Rechtsstreit im November geräumt worden. Die Bewohner gehen aber davon aus, dass ihre Mietverträge gültig sind.

Stand vom 23.01.2010
RBB Nachrichten
http://twurl.nl/kkcgfm

 
Deixe um comentário

Publicado por em janeiro 24, 2010 em Uncategorized

 

Intolerância Religiosa mobiliza jornalistas

Intolerância Religiosa mobiliza jornalistas

Malunguinho Negro Guerreiro
==================================================================================
O lançamento do dossiê sobre Intolerância Religiosa acontece nesta quinta-feira, 21/01/10, no auditório do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Rua Evaristo da Veiga 16/17º andar, Centro, às 14h30, junto com a exposição sobre o papel da mídia na repercussão do tema no Brasil e, particularmente, no Rio de Janeiro.

A iniciativa conta com o apoio da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-SJPMRJ), em parceria com a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), fundada em março de 2008, em resposta aos muitos casos de intolerância, especialmente aos ataques às religiões de matriz africana.

No mesmo dia, a CCIR promove programação entre 10h e 18h na Cinelândia, reunindo diversos segmentos religiosos e étnicos, que estarão prestando informações ao público sobre as suas práticas religiosas.

O dossiê sobre Intolerância Religiosa foi produzido por acadêmicos das áreas de antropologia, sociologia e história, ligados ao Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas da Universidade Federal Fluminense. Este documento servirá de base para o Relatório da Intolerância – um estudo mais aprofundado – a ser lançado em março pela CCIR e distribuído para as instituições, nacionais e internacionais, que trabalham na promoção de
Direitos Humanos. Segundo a CCIR, a escolha do Sindicato dos Jornalistas para o lançamento foi “uma forma de chamar a atenção da sociedade para a importância dos profissionais da imprensa na conquista da liberdade
religiosa”.

O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa (21 de janeiro) foi instituído pela lei federal 11.065/2007 para lembrar a data da morte da iyalorixá (sacerdotisa do candomblé) Gilda de Ogun ocorrido em 2000. Mãe Gilda foi acometida de um enfarto fulminante ao ver a sua fotografia estampada na capa do jornal “Folha Universal” com o título de “Macumbeiros charlatões enganam fiéis”. Devido a isso, a Igreja Universal do Reino de Deus foi acionada na Justiça e condenada, em última instância, a indenizar os herdeiros da sacerdotisa.

Atualmente também integram a CCIR o desembargador Luiz Zveiter, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e o procurador-geral doestado do Rio de Janeiro, Cláudio Soares. Ambos estão acompanhando os processos judiciais encaminhados pela CCIR.

FONTE: www.jornalistas.org.br

Com base em informações da CCIR

Coordenação Cojira-Rio: Angélica Basthi, Miro Nunes e Sandra Martins.

 
Deixe um comentário

Publicado por em janeiro 21, 2010 em Uncategorized

 

Remember História da MPB: Wilson Simonal: jingle do Formicida Shell

FFukushima

(Weniger Infos)
Quem curte jingle vai gostar de ouvir o saudoso cantor Wilson Simonal (1939-2000) interpretando esta vinheta comercial, gravada em 1970 para o formicida Shell, anunciante atendido na época pela agência Standard, Ogilvy & Mather. A peça publicitária, produzida como um samba rock, serviu como luva para o estilo musical do cantor, com muita ginga e balanço que caracterizaram o repertório do artista. O jingle, criado por Neneco e Carlos Guerra, foi produzido pela Sonotec e dirigido ao homem do campo, motivo pelo qual é desconhecido do público das grandes metrópoles, uma vez que foi veiculado apenas nas emissoras de rádio instaladas nas zonas rurais. Segundo a revista O Cruzeiro, de 15 de setembro de 1970, o dinheiro que recebeu da Shell foi destinado para a Casa dos Meninos de Petrópolis, que cuidava de 80 crianças desvalidas. Vale a pena conferir e reviver o talento deste grande intérprete da MPB.

Começou a carreira cantando em bailes do 8º grupo de Artilharia da Costa, cantando também em inglês, rock e calipsos. Em 1961 foi crooner do conjunto de calipso Dry Boys, fez parte do conjunto Os guaranis. Se apresentou no programa Os brotos comandam, sendo apresentador do programa Carlos Imperial. Cantou nas casa noturnas Drink e Top Club. Foi levado por Luiz Carlos Miéle e Ronaldo Bôscoli para o Beco das Garrafas, que era o reduto da bossa nova.

Na época, o cantor estava no auge do sucesso, e teve até programa de TV na Rede Record, líder absoluta de audiência. Era, ao lado de Jair Rodrigues e Jorge Benjor – de quem gravou “País Tropical”, com enorme sucesso – um dos poucos artistas negros com status de grande estrela. Apesar de não ser político, Simonal tinha amigos na polícia. Em 1972, período bravo da ditadura militar, descobriu desfalque em suas contas dado por um contador. Noticiou-se na época que, em vez de processá-lo, chamou os amigos policiais ligados aos órgãos de repressão para que dessem uma lição no desonesto. A história veio a público por meio do jornal O Pasquim. Era impossível, na época, que alguém fosse ligado aos organismos de repressão. Simonal foi banido pelos artistas, pelas gravadoras, pelas emissoras de rádio e televisão. Tentou provar que não era a pior coisa que um artista poderia ser: colaborador da repressão política, o chamado “dedo-duro”, mas morreu sem conseguir voltar à tona e provar sua inocência, embora o boato que o vitimara tivesse sido posteriormente desmentido por várias vezes, mas sem a mesma dimensão das acusações.

O site Wikipédia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Wilson_S… – informa que “em 2002, dois anos após sua morte, a família do cantor requisitou abertura de processo para verificar a veracidade da acusação de informante do regime. Foram reunidos depoimentos de diversos artistas, além de um documento datado de 1999 em que o então secretário de Direitos Humanos, José Gregori, atestava que não havia evidências nem nos arquivos do Serviço Nacional de Informações (SNI) nem no Centro de Inteligência do Exército de que Simonal houvesse sido informante desses órgãos. Como resultado, o nome do músico foi reabilitado publicamente pela Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em 2003”.
Kategorie: Musik
Tags:
Wilson Simonal formicida Shell jingle campanha publicitária publicidade propaganda marketing samba rock

 
Deixe um comentário

Publicado por em janeiro 1, 2010 em Uncategorized

 

Remember Malcon X

 
Deixe um comentário

Publicado por em janeiro 1, 2010 em Uncategorized

 
 
%d blogueiros gostam disto: