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Intolerância Religiosa mobiliza jornalistas

21 jan

Intolerância Religiosa mobiliza jornalistas

Malunguinho Negro Guerreiro
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O lançamento do dossiê sobre Intolerância Religiosa acontece nesta quinta-feira, 21/01/10, no auditório do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Rua Evaristo da Veiga 16/17º andar, Centro, às 14h30, junto com a exposição sobre o papel da mídia na repercussão do tema no Brasil e, particularmente, no Rio de Janeiro.

A iniciativa conta com o apoio da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-SJPMRJ), em parceria com a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), fundada em março de 2008, em resposta aos muitos casos de intolerância, especialmente aos ataques às religiões de matriz africana.

No mesmo dia, a CCIR promove programação entre 10h e 18h na Cinelândia, reunindo diversos segmentos religiosos e étnicos, que estarão prestando informações ao público sobre as suas práticas religiosas.

O dossiê sobre Intolerância Religiosa foi produzido por acadêmicos das áreas de antropologia, sociologia e história, ligados ao Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas da Universidade Federal Fluminense. Este documento servirá de base para o Relatório da Intolerância – um estudo mais aprofundado – a ser lançado em março pela CCIR e distribuído para as instituições, nacionais e internacionais, que trabalham na promoção de
Direitos Humanos. Segundo a CCIR, a escolha do Sindicato dos Jornalistas para o lançamento foi “uma forma de chamar a atenção da sociedade para a importância dos profissionais da imprensa na conquista da liberdade
religiosa”.

O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa (21 de janeiro) foi instituído pela lei federal 11.065/2007 para lembrar a data da morte da iyalorixá (sacerdotisa do candomblé) Gilda de Ogun ocorrido em 2000. Mãe Gilda foi acometida de um enfarto fulminante ao ver a sua fotografia estampada na capa do jornal “Folha Universal” com o título de “Macumbeiros charlatões enganam fiéis”. Devido a isso, a Igreja Universal do Reino de Deus foi acionada na Justiça e condenada, em última instância, a indenizar os herdeiros da sacerdotisa.

Atualmente também integram a CCIR o desembargador Luiz Zveiter, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e o procurador-geral doestado do Rio de Janeiro, Cláudio Soares. Ambos estão acompanhando os processos judiciais encaminhados pela CCIR.

FONTE: www.jornalistas.org.br

Com base em informações da CCIR

Coordenação Cojira-Rio: Angélica Basthi, Miro Nunes e Sandra Martins.

 
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Publicado por em janeiro 21, 2010 em Uncategorized

 

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