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Arquivo mensal: agosto 2011

O XINGÚ VIVO!

A Valquíria Azevedo postou o seguinte no grupo “Literatura dos Povos Indígenas, do qual também faco parte: CONVOCAMOS AS MAIS DE 735 ETNIAS A LUTAREM…Valquiria Azevedo em 31 de agosto de 2011
CONVOCAMOS AS MAIS DE 735 ETNIAS A LUTAREM CONTRA BELO MONTE E A FAVOR DO XINGU VIVO!! NÃO IREMOS PERMITIR O DESRESPEITO AS LEIS INDIGENAS E A DESTRUIÇÃO DA MÃE NatUREZA, O XINGU PEDE SOCORROOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! E NÃO VAMOS FICAR DE BRAÇOS CRUZADOS ESPERANDO A MORTE CHEGAR, QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECER!!! A GUERRA ESTÁ DECLARADA PELO GOVERNO BRASILEIRO E NÓS NÃO IREMOS DEIXAR OS POVOS DO XINGU SOZINHOS!!!!
———————————————————
Assino embaixo: Parem Belo Monte/Belo Morte!
Ras Adauto/PPABerlin/NAI e.V.

Foto: biólogos.bio

 
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Publicado por em agosto 31, 2011 em Uncategorized

 

“Multicultura na Alemanha: O que nos une na Diversidade racial e cultural em Berlim!”

A Nijinski Arts Internacional e.V./WETV apresenta hoje 30.08.2011 (às 17.15 hs) o seu 3°. programa/projeto da série “jovem, educacao/media e televisao (jovens pela tolerancia)” no ALEX/OKB (Offener Kanal Berlin.- Canal de Televisao aberta de Berlim).

O Programa (30 minutos) será sobre o livro “MultiKultur 2.0 – Willkommen in Einwanderungsland Deutschland”, lancado recentemente na Haus der Kulturen der Welt. Sao 36 autores internacionais que escrevem sobre a migracao internacional, a integracao e a vivencia e os desafios raciais e interculturais na Alemanha hoje.

“WETV” faz parte do nosso projeto-programa de Educacao, Media/TV e Jovens pela Tolerancia que estamos desenolvendo há 3 anos. Uma parceria entre a Nijinski Arts Internacional e.V. e ALEXI TV/Offener Kanal Berlin.

No projeto os jovens sao os fazem tudo: criam roteiros, tratam das partes técnicas, moderacao/apresentacao, edicao, etc.

Para assistir ao programa na internet, acessem Alexi/OKB:
http://www.alex-berlin.de/tv

Sobre o ALEX TV :

ALEX, o novo Canal Aberto de Berlim, é uma plataforma regional, que permite a participação dos cidadãos na radiodifusão livre. Eventos nos campos da política, da cultura e da sociedade encontram sua representação no ALEX. No ALEX os grupos e organizacoes (Ongs) podem fazer parcerias para conteúdos e veiculacao de mídia simultaneas. ALEX é uma instalação da “Autoridade de Mídia de Berlim-Brandenburgo” e é financiado por taxas de licença e pelo governo local..

Na foto: a jovem Felícia, uma das nossas primeiras e competentes alunas, que há 3 anos nos acompanha na cena!

Katharina La Henges
Ras Adauto
Nijinski Arts Internacional e.V.
Nijinski.Arts@gmx.de
http://nijinskiarts.blogspot.com/

 
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Publicado por em agosto 30, 2011 em Uncategorized

 

Um “Marco Monumental” para uma grande Guerreira Negra Alemã – May Ayim

“Ah, sim! Afro-alemã?

ah, entendo: africana e alemã.

Isso sim que é uma mistura interessante!

Saiba voce, todavia, que existem pessoas que pensam

que os “mulatos” não podem

chegar tão longe

como os brancos.”

 May Ayim,

tradução: Ras Adauto

 Hoje estivemos participando da inauguração do „marco monumental“ em homenagem à poeta, escritora, pedagoga e ativista do movimento negro alemão, May Ayim. O marco completa uma ação das entidades afrodeutsches de reparação à história colonial e neocolonial da Alemanha na África e dos descendentes da diáspora no país. O primeiro passo foi a substituição do nome da rua ao longo das margens do Rio Spree, na fronteira entre os bairros de Kreuzberg e Friedrichschain. Na fronteira onde passava o muro entre Berlin Ocidental e Berlin Oriental. Anteriormente essa rua, que se localiza aqui perto de casa, recebia o nome de Otto Friedrich von der Groeben, o pioneiro escravocrata e negreiro do porto de Hamburg. E apartir de fevereiro do ano passado recebeu o nome de May Ayim. A mudança de nome foi uma batalha jurídica e política da maior importância para os movimentos de luta contra o racismo em Berlin.

  

Com a inauguração do „marco monumental“ fechou-se um círculo, nao só em homenagem à uma das grandes e ativas intelectuais e militantes políticas alemã, mas um sinal de reconhecimento de uma parte do  Estado alemão, com todas as resistências de forças contrárias, do papel d@s descendentes de african@s no país. Mas outros passos e lutas estão sendo travadas ainda, pelas organizações que reivindicam um Grande Monumento Africano e da Diaspora como o do Holocausto judeu no país.

May Ayim, figura símbolo atual da comunidade afro-deutsche, era poeta, pedagoga, cientista política e ativista do movimento negro alemão. Tinha grande penetração nas atividades dos movimentos anticolonialistas, antiracistas e antinazistas no país. Além de ser uma primorosa artista e performática. Escreveu sobre temas políticos da relação da Alemanha com a África, dos preconceitos e racismo sofridos pelos afrodeutsches no país, além de cortantes textos poéticos, cuja temática negra fere na carne da sociedade alemã, todas as dores, revoltas e ações em fogo e ferro.

Filha do estudante ganaense de medicina Emmanuel Ayim e da alema Ursula Andler, nascida em Hamburg em 3 de maio de 1960, extremamente inteligente e ativa, Ayim levou ao extremo essa “dor bastarda”, como se diz por aqui. Passou seu primeiro ano de vida em um orfanato e cresceu na Westfalia com uma família adotiva alemã. E no dia 9 de agosto de 1996, já sofrendo de abalos psíquicos e com um diagnóstico de múltipla esclerose, atacada por um surto de depressão aguda, May Ayim pulou de um prédio em Berlim, se suicidando, aos 39 anos de idade.

  

Hoje fomos lá homenagear não só uma figura marcada por um belo e triste destino, mas uma guerreira poderosa que deixa, numa sociedade fria e muitas das vezes intolerante aos extremos, um legado de lutas como exemplo para todos „os movimentos antiracistas e anticolonialistas internacionais“ (seus temas preferidos).

                  

 Fotos/Notícia: Ras Adauto

Manifesto lido durante a inauguracao do “marco monumental May Ayim”:

“Rede – May Ayim Ufer” von Joshua Kwesi Aikins, Initiative Schwarze Menschen in Deutschland (ISD-Bund) e.V.

por ISD Berlin, segunda, 29 de agosto de 2011 às 22:40

Liebe Brüder und Schwestern, liebe Mitstreiterinnen der Straßen-Ini, liebe Freundinnen und Freunde, sehr geehrte Bezirksverordnete, sehr geehrte Damen und Herren

die heutige Einweihung der Gedenktafel hier am May Ayim Ufer ist ein kleiner Schritt auf einem langen Weg, deswegen möchte ich meine Anmerkungen mit einem Sprichwort meiner ghanaischen Vorfahren einleiten: Das Adinkra Proverb San-ko-fa lädt ein: „Geh zurück und hole es Dir“. Gemeint ist die Notwendigkeit, in die Vergangenheit zu blicken, sich mit Geschichte auseinanderzusetzen, um die Gegenwart zu verstehen und die Zukunft gestalten zu können.

Genau dies haben wir als Straßeninitiative getan, als wir in unseren Recherchen 70 Berliner Straßen und Plätze identifiziert haben, deren Namen einen kolonialen Bezug haben. In einem Dossier haben wir die historischen Hintergründe dieser kolonialen Bezüge und Ehrungen, die vom 18 Jahrhundert bis ins Dritte Reich reichen dokumentiert. Die meisten dieser Straßen tragen Länder- und Städtenamen. Für diese fordern wir eine erklärende Kommentierung. 12 Straßen ehren allerdings Menschen, die im Namen des deutschen Kolonialismus geplündert, Kriege geführt, Menschen vergewaltigt, verschleppt und ermordet haben. Angesichts dieser Greuel haben wir zurückgeblickt auf die andere Seite dieser Geschichte, um alternative Namenspatron_innen vorschlagen zu können. Einer dieser Vorschläge wurde hier in Kreuzberg aufgegriffen – das Ergebnis ist das May Ayim Ufer mitsamt der Gedenktafel, die wir heute einweihen.

Die im Sankofa Sprichwort beschriebene Haltung fordern wir auch von der Stadt, von den Bürger_innen und ihren gewählten Vertreter_innen, wenn wir in besagtem Dossier Straßenumbenennungen im Sinne eines postkolonialen Perspektivwechsels einfordern. Da heute mit der Einweihung dieser Informationstafel die Idee im öffentlichen Raum verankert wird, möchte ich noch einmal kurz erläutern, was wir damit meinen, und warum diese Einweihung nur der Anfang dieses Perspektivwandels sein kann.

Unsere alternativen Namensvorschläge sollen sicherstellen, dass der koloniale Bezug der Straßen gewahrt bleibt, diese wichtige Epoche der Geschichte muss im Stadtbild der ehemaligen Kolonialhauptstadt Berlin erinnert werden.

Erinnerung muss sein – allerdings aus einer veränderten Perspektive. Geehrt werden sollen nun diejenigen, die in unterschiedlicher Form antikolonialen Widerstand geleistet haben. So soll der anonyme Opferstatus der Kolonisierten gebrochen werden.

Wir nennen die Perspektivumkehr, die wir anstreben postkolonial – und verwenden so ein Wort, dass immer wieder für Mißverständnisse sorgt. In unserem Verständnis steht das „post“ nicht für „nach“ im Sinne einer zeitlichen Einteilung. Wenn der Kolonialismus und seine Nachwirkungen wirklich schon vorbei wären, müssten wir diese Informationstafel heute nicht einweihen. Post-kolonial bezeichnet vielmehr die Idee, über koloniale Ideologie, Gewalt und deren Fortwirkungen hinauszuweisen.

So wie koloniale Straßennamen Symptome einer Geisteshaltung sind, ist die postkoloniale Perspektivumkehr nicht nur Ausdruck von Widerstand gegen, sondern vor allem auch eines Widerstandes für Selbstermächtigung, Selbstbestimmung und ungehinderte Selbstverwirklichung nicht nur der vormals Kolonisierten, sondern auch der Kolonisierenden. Die Notwendigkeit von Straßenumbenennungen und die Kontroversen der letzten Jahre machen überdeutlich, dass die Denkweise und Kultur bis ins Stadtbild hinein von einer Ideologie geprägt ist, die mit dem heutigen Demokratieverständnis unvereinbar ist.

Es ist wichtig, die Gegenwart der kolonialen Vergangenheit im Auge zu behalten: Wenn ein ranghoher Politiker einer der beiden sogenannten Volksparteien in einem Buch biologischen Rassismus propagiert und dieses Buch zu einem Bestseller werden kann, wenn zutiefst rassistische Thesen mit dem Argument salonfähig gemacht werden, hier würde endlich einmal jemand „unbequeme Wahrheiten“ ansprechen, so verweist das auf die unbequeme Tatsache, dass kolonialrassistisches Denken eben nicht vergangen und überwunden, sondern nur allzu gegenwärtig ist.

So wie der an den Vorbereitungen des brandenburgischen Sklavenhandels maßgeblich beteiligte Gröben ist besagter Autor rassistischer Bestsellerthesen offensichtlich kein Einzeltäter. Solange Kolonialismus mit seinen historischen und gegenwärtigen Auswirkungen nicht umfassend thematisiert wird, kann auch die Tradition des Rassismus, mit ihren Verbindungslinien vom Versklavungsfort Großfriedrichsburg über die ersten offiziell so bezeichneten deutschen Konzentrationslager im heutigen Namibia bis ins dritte Reich nicht verstanden werden. Was bekämpft und schließlich überwunden werden soll, muss aber zunächst einmal verstanden werden. Auch deswegen ist die eingeforderte Perspektivumkehr so wichtig. Sie rückt diejenigen ins Blickfeld, die Widerstand geleistet haben. Sie machen den reichhaltigen Erfahrungsschatz der von Rassismus Betroffenen zugänglich, der Basis und Ergebnis des Widerstandes war, ist und bleiben muss.

Auch May Ayim war keine Einzelkämpferin, sondern spielte eine wichtige Rolle in der Schwarzen Community, aber auch unterschiedlichen politischen Gemeinschaften, aus dessen Erfahrungsschatz sie schöpfte. Sie war sich dessen sehr bewusst – das Sankofa Motiv zieht sich durch ihre Gedichtbände. Es verweist dort nicht zuletzt auf die Notwendigkeit, Geschichte kritisch zu reflektieren und sich gleichzeitig positiv auf die eigenen diasporischen Wurzeln zu beziehen.

Es ist einer der vielen Verdienste May Ayims, dass sie nicht nur die Vergangenheit des Kolonialismus, sondern auch die koloniale Gegenwart immer wieder ironisch und ernst, poetisch und wissenschaftlich thematisiert hat – im Kampf gegen Geschichtsvergessenheit und Rassismus aber den Kampf für Selbstermächtigung Schwarzer Menschen in und jenseits von Deutschland nie aus den Augen verlor.

Wie May Ayims Werk ruht auch die Umbenennung und die heutige Einweihung auf vielen Schultern. Es ist unmöglich, alle Namen zu nennen, deswegen möchte ich stellvertretend für viele nur zwei Organisationen und zwei Individuen erwähnen:

Adefra Schwarze Frauen in Deutschland e.V. und die Initiative Schwarze Menschen in Deutschland e.V. setzen sich im Sinne May Ayims für die Ermächtigung Schwarzer Menschen ein.

Yonas Endrias und Michael Küppers haben sich für Straßenumbenennung bzw für das Gedenken an May Ayim eingesetzt und damit das May Ayim Ufer mit auf den Weg gebracht.

Wofür Gröben steht, darf sich nie wiederholen. Und darum muss sich eine Straßenumbenennung mit Perspektivumkehr noch oft wiederholen. Lasst uns gemeinsam dafür sorgen, dass dieser Tafel viele weitere folgen. Lasst uns daran arbeiten, dass dieser Ort zu einem umfassenderen Perspektivwechsel beiträgt: Weg von dem, wofür Gröben stand, hin zu dem wofür May Ayim stand, steht und stehen wird.

Sankofa!

Joshua Kwesi Aikins

Initiative Schwarze Menschen in Deutschland (ISD-Bund) e.V.

May-Ayim-Ufer Berlin, 29. August 2011

Joshua Kwesi Aikins

 
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Publicado por em agosto 29, 2011 em Uncategorized

 

No “Programa de Indío”: Eliane Potiguara, da Rede Grumin de Mulheres Indígenas.


Entrevista da líder indígena Eliane Potigura à Ailton Krenak na rádio “Programa de Índio”. A Potiguara fala sobre a participacao e a importancia das mulheres indígenas nas lutas políticas sociais populares no Brasil e internacionalmente.

Programa de Índio. acesse o link : http://programadeindio.org/index.php?s=pi&n=programa&pid=29

 
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Publicado por em agosto 26, 2011 em Uncategorized

 

Carro Bomba destroi edifício da sede da Onu na capital da Nigéria

Um carro-bomba explodiu na sede da ONU, em Abuja,  capital da Nigéria e faz 18 mortos!

Ainda de acordo com  a polícia do país, oito pessoas ficaram feridas. Com a explosão, o edifício, de cinco andares, ficou praticamente  destruído.  Até o momento, nenhum grupo assumiu até agora a autoria do ataque, mas o governo atribuiu o atentado a “terroristas islâmicos”.

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Declaração do Secretário-Geral sobre o ataque às Nações Unidas na Nigéria

26 de agosto de 2011 · Comunicados ONUBan Ki-moon, Secretário-Geral das Nações Unidas

Nova York, 26 de agosto de 2011

“Por volta das 11 horas da manhã, hora local, a Casa das Nações Unidas na capital nigeriana, Abuja, foi atingida por um carro-bomba.

O edifício abrigava 26 agências humanitárias e de desenvolvimento da família da ONU.

Este foi um ataque contra aqueles que dedicam suas vidas a ajudar os outros.

Condenamos este ato absolutamente terrível.

Ainda não temos números precisos sobre vítimas, mas parecem ser consideráveis. Algumas pessoas estão mortas, muitas outras feridas.

Equipes nigerianas e internacionais de busca e salvamento se mobilizaram e estão movendo os feridos para os hospitais e prestando socorro emergencial.

Eu estou pedindo à Vice-Secretária-Geral da ONU, Asha-Rose Migiro, [para que vá] para a Nigéria imediatamente e estou mobilizando o Sistema ONU para que responda a esta emergência. Ela será acompanhada pelo chefe de segurança da ONU, Subsecretário-Geral Gregory Starr, e se reunirá com autoridades nigerianas na chegada em Abuja.

Ligarei para o Presidente [Goodluck] Jonathan da Nigéria em breve.

Nesta ocasião muito triste, dirijo a minha mais profunda solidariedade às vítimas e suas famílias. As Nações Unidas realizarão todos os esforços possíveis para auxiliá-las durante este difícil momento.”

 
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Publicado por em agosto 26, 2011 em Uncategorized

 

Por um Estado Palestino soberano e livre!

Caros amigos,

Hoje o Conselho de Segurança da ONU se reuniu para discutir o apelo da Palestina para se tornar o 194º país do mundo. No entanto, governantes de países de destaque ainda estão em cima do muro. Somente um esforço gigantesco da opinião pública pode mudar a situação.

A Avaaz fez um pequeno, mas emocionante vídeo mostrando que essa proposta legítima é de fato a melhor oportunidade para acabar com o beco sem saída das infinitas negociações mal-sucedidas e abrir um novo caminho para a paz.

Clique para assistir o vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe para todos:

Enquanto a violência se espalha novamente e as tensões sobem no Oriente Médio, uma nova proposta de independência da Palestina ganha fôlego em todo o planeta. Se conseguirmos a aprovação dessa proposta na ONU, ela poderá significar um novo caminho para a paz.

Porém, os chefes de governo de países de destaque ainda estão em cima do muro e para convencê-los a apoiar a independência da Palestina precisamos reforçar a pressão da opinião pública. Muita gente acha que não entende a situação suficientemente bem para se mobilizar. Para ajudar, a Avaaz fez um novo vídeo de curta duração contando a verdade sobre o conflito. Se uma quantidade suficiente de pessoas assistir ao vídeo, assinar a petição e a encaminhar a todos os seus contatos, nossas lideranças serão forçadas a nos ouvir.

Quase 10 milhões de membros da Avaaz estão recebendo este e-mail. Vamos mudar o teor da conversa sobre o Oriente Médio e criar um maremoto de apoio à independência da Palestina. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos os seus contatos:

http://www.avaaz.org/po/middle_east_peace_now/?vl

Enquanto a maioria dos palestinos e israelenses querem uma solução para o conflito baseada em dois Estados, o governo extremista de Israel continua aprovando a construção de assentamentos em áreas contestadas, alimentando ódio e massacres. Apesar dos esforços, décadas de negociações para a paz lideradas pelos EUA fracassaram na tentativa de refrear os inimigos da paz e chegar a um acordo.

Hoje, essa proposta de independência poderia ser a melhor oportunidade em vários anos para sair do impasse, evitar outra espiral da violência e equilibrar o campo de ação entre as duas partes em favor das negociações.

No mês passado, os palestinos apresentaram sua proposta ao Conselho de Segurança. Mais de 120 países a apoiam, mas os Estados Unidos não só a rejeitam como estão enviando um claro sinal a seus aliados europeus de que qualquer apoio à proposta legítima dos palestinos dificultaria as relações bilaterais. Cabe a nós dizer às lideranças de países europeus de destaque que a opinião pública apoia esse avanço não-diplomático e não-violento e que a opinião dos cidadãos é que deveria influenciar as decisões estratégicas, e não as preferências do governo americano.

Nossa campanha está explodindo em todo o mundo — mais de 830.000 membros se juntaram ao apelo nos primeiros dias! Ela foi mencionada na primeira página de grandes veículos de notícia, citada no Conselho de Segurança da ONU e tuitada pelo próprio presidente da Palestina! Agora vamos fazer com que ela ressoe nos ouvidos das lideranças de países europeus de destaque, cujo apoio é crucial. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos os seus contatos – nossa meta é conseguir 1 milhão de assinaturas:

http://www.avaaz.org/po/middle_east_peace_now/?vl

Há muita falta de informação sobre o conflito entre Israel e Palestina e muita gente não se sente segura para se engajar. Mas este pequeno vídeo explica claramente os detalhes e pode nos munir de informações para uma mobilização. Por sermos uma sólida rede global reforçada por quase 10 milhões de membros em todos os países do mundo, temos a oportunidade de provocar uma votação capaz de reverter décadas de violência.

Com esperança,

Alice, Pascal, Emma, Ricken, David, Rewan e a equipe da Avaaz

MAIS INFORMAÇÕES:

EUA declaram que novos assentamentos de Israel na Cisjordânia são ‘preocupantes’ (UOL)
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2011/08/15/eua-novos-assentamentos-judeus-sao-profundamente-preocupantes.jhtm

Palestinos pedirão entrada na ONU como Estado-membro em setembro (Folha.com)
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/959322-palestinos-pedirao-entrada-na-onu-como-estado-membro-em-setembro.shtml

Presidente irá pedir reconhecimento do Estado Palestino na ONU (R7 Notícias)
http://noticias.r7.com/internacional/noticias/presidente-ira-pedir-reconhecimento-do-estado-palestino-na-onu-20110816.html

Quarteto ‘preocupado’ com novos assentamentos de Israel (Veja)
http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/quarteto-preocupado-com-novos-assentamentos-de-israel

AVAAZ: http://www.avaaz.org/po/middle_east_peace_now/?cl=1240562443&v=10060

Apoio: Pindorama Press Agentur Berlin/NAI e.V.

 

 

 

 

 

 
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Publicado por em agosto 26, 2011 em Uncategorized

 

Facebook instrumento da CIA Americana?

O estado alemão de Schleswig-Holstein ordenou aos órgãos estaduais que encerrem suas contas no Facebook e removam o botão curtir de seus sites.

Segundo a “comissão do Estado para a proteção de dados”, o botão “curtir” faria a coleta indevida de dados do usuário. Isso infringiria a lei alemã relativa ao tema.

Esse negócio de colhetas de dados das pessoas aqui na Alemanha é muito sensível e polemica. Há dois anos rola uma disputa dentro do próprio sistema de seguranca sobre a monitorizacao constante de qualquer dados, sejam telefonicos, internet, etc de todo mundo por aqui. A alegacao seria o controle de possíveis mensagens terroristas mandadas a partir da Alemanha. Mas vários tribunais e organizacoes pela liberdade de informacao, comunicacao e seguranca de dados pessoais moveram acoes jurídicas contra o próprio governo e suas agencias de inteligencia. A briga é boa e envolve todo mundo.

Outro dia um cara me falou falou que o “Facebook é um link da CIA americana”. Wow! Espionar milhoes e milhoes e milhoes de pessoas no mundo, haja hardware! A internet é um imenso balaio de gatos. E salve-se quem puder dessa trama da rede!

Em resposta, o Facebook informou que segue todas as regras estipuladas pela comissão européia de proteção de dados. Segundo a empresa, a única informação coletada quando a pessoa utiliza o botão “curtir”  é o seu número IP.

Ras Adauto, direto de Berlin.

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Notícia do Reuters:

“Facebook vai facilitar ajustes de privacidade na rede social

25/8/2011 23:04, Por Redação, com Reuters

O Facebook vai facilitar a forma como usuários controlam quem visualiza suas informações e deve dar aos internautas maior influência sobre as fotografias que aparecem na rede social, conforme a empresa busca atenuar preocupações sobre privacidade em seu site.facebook

As mudanças permitirão que os 750 milhões de usuários acessem e modifiquem rapidamente suas configurações de privacidade a cada momento que compartilham suas informações na rede, em vez de obrigá-los a navegar por várias seções específicas do site.

Quando alguém carregar uma fotografia para o Facebook e marcar amigos em fotos, os amigos passarão a poder aprovar a marcação antes que a foto seja vinculada a seus perfis pessoais. Anteriormente, usuários podiam somente excluir as marcações de fotos indesejáveis após já terem sido marcados.

A privacidade tem sido um desafio para o Facebook, um site sustentado por anunciantes e que precisa balancear seus interesses comerciais para que as pessoas compartilhem mais sobre suas vidas com a sensação de usuários de que possuam controle suficiente sobre suas informações pessoais.

Mesmo oferecendo novas opções para controle de privacidade, a companhia está lançando novos recursos que podem causar preocupação sobre o tema.

Usuários da rede social agora poderão marcar qualquer pessoa em uma foto, o que afrouxa a regra anterior pela qual internautas só podiam marcar pessoas com quem mantém uma amizade.

O Facebook também está buscando incorporar mais dados sobre as diversas localizações de usuários. Novas ferramentas permitirão que internautas especifiquem a localização física de itens compartilhados, como um restaurante mencionado em uma foto, assim como o local do qual estão postando informações no Facebook.

Embora os usuários tenham que consentir em compartilhar sua localização ao postar uma mensagem na rede, alguns deles podem não entender que isso está ocorrendo por meio da descrição fornecida pelo Facebook, disse Justin Brookman, diretor do Projeto de Privacidade do Consumidor no centro de Democracia e Tecnologia.

http://correiodobrasil.com.br/facebook-vai-facilitar-ajustes-de-privacidade-na-rede-social/288819/

 
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Publicado por em agosto 26, 2011 em Uncategorized

 
 
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