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As Armas no Rio de Janeiro

23 dez

No rastro da origens das armas que rolam no Rio de Janeiro, o CPI das Armas (Alerj) revela que é nas brechas do poder público que milicianos, assaltantes e contraventores montam seus arsenais. O texto aponta ainda o desvio de armamento praticado por agentes das forças de segurança como um dos principais problemas a serem combatidos pelas autoridades. Foram incluídas 69 propostas de políticas públicas.

Com 257 páginas, produzidas ao longo de nove meses, o documento indica 2.024 pessoas suspeitas de participação neste tipo de crime nos últimos 10 anos. Das 493 identificadas, 240 são “agentes estatais”, como policiais, bombeiros e militares das Forças Armadas.

Com base nas informações oficiais, o relatório indica, porém, que o setor privado responde por 82% dos desvios de armas no Rio.

Eu, particularmente, acredito que existem pessoas mais poderosas envolvidas na producao de entradas de armas no Rio de Janeiro. Inclusive com grandes participacoes de politícos, grandes empresários, etc, em parcerias com forcas de outros países. Tem que se ir mais fundo nisso. Senao ficamos sempre nos “pés-de-chinelo”, como na discussao sobre o narcotráfico, que só mira nos “pequenos” atravesssadores das comunidades faveladas.

 

As Armas ditas “Legais”

 

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